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Direito à Liberdade, documentário, cinema nacional, Chá Cinematográfico
Direito à Liberdade
co-produção

Documentário / aprox. 80 min.

Direção Marcelo Gomes

Produção Chá Cinematográfico

Coprodução Misti Filmes
Produção executiva Chica Mendonça e Ernesto Soto Canny
Pesquisa e Roteiro Patrícia Cornils

 

• Selecionado para a 43ª Mostra de Cinema de São Paulo

Direito à Liberdade vai acompanhar o trabalho de uma advogada e dois advogados em um dos países que mais encarcera e criminaliza ativistas políticos. Nossos protagonistas defendem direitos legais de pessoas para quem, ao contrário do que diz a Constituição, a presunção de inocência não e considerada. Eles enfrentam uma luta desigual.

     

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Marcelo Gomes direção e roteiro

Marcelo Gomes é diretor de cinema e roteirista nascido em Recife, Brasil. É conhecido por filmes como Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (2009). Em 2019,  apresentou no Festival de Cinema de Berlim (Panorama)  seu documentário Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar, uma imersão de um ano em uma pequena vila rural no interior do Brasil para retratar os excessos do capitalismo moderno.

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Ernesto Soto Canny produção

Ernesto Soto Canny é jornalista, escritor e produtor. Formado pela Northwestern University (Chicago, EUA) e Universidad de Navarra (Espanha). Foi produtor executivo de Joaquim (2017), de Marcelo Gomes, e Viajantes do Bosque Encantado, de Alê Abreu (em produção). Ele coproduziu Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar (2019) e Vestido Branco, Véu e Grinalda (2021).  Foi o criador da série Grandes Civilizações, vendida em mais de 20 países.

Misti Filmes co-produção

A Misti Filmes é uma produtora sediada em São Paulo fundada em 2015 por Marcelo Gomes e Ernesto Soto.  A empresa coproduziu os longas-metragens Joaquim, selecionado para a Competição Oficial da Berlinale em 2017, e o documentário Estou me Guardando para Quando Carnaval Chegar, selecionado para a Panorama da Berlinale em 2019. Ambos dirigidos por Marcelo Gomes. A Misti Filmes está envolvida na produção dos longas-metragens Vestido Branco, Véu e Grinalda, em pós produção e Relato de um Certo Oriente, em desenvolvimento, ambos de Marcelo Gomes. E o longa-metragem de animação Viajantes do Bosque Encantado de Alê Abreu, em produção. Desenvolve o longa-metragem de ficção Leda, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães, e os projetos de documentário Lisboa No Retrovisor e Direito À Liberdade, a ser dirigidos por Marcelo Gomes.

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Martina e o Skylab, cinema nacional, Chá Cinematográfico
Martina e o Skylab

ficção infanto-juvenil / aprox. 76 min. 

Direção Adelina Pontual

Produção Chica Mendonça

As vivências da pequena Martina nos dias que antecederam a queda da Estação Espacial Norte Americana Skylab. Dias que “abalaram” Alegria, uma pequena cidade do interior de Pernambuco, onde essa garota de dez anos vive suas fantasias e descobertas junto com a amiga Ludmila.  Monstros e alienígenas povoam o universo lúdico dessas garotas, enquanto na vida “real”, o fantasma da ditadura militar ainda paira sobre o Brasil naquele ano de 1979.

   

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Adelina Pontual direção

É natural de Recife-PE, onde se graduou em Comunicação Social, pela Universidade Federal de Pernambuco. Estudou cinema na Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV), em Cuba, com especialização em montagem. Realizadora de filmes e documentários para televisão, destacam-se entre seus trabalhos, os curtas Cachaça (1995), O Pedido (1998), Véio (2005) e ReTrato (2012) e o longa metragem documental Rio Doce/CDU (2013). Para TV, as séries Índios no Brasil (Episódios: Potiguaras, Wassu Cocal, Atikuns, Tumbalalá, Pankararus e Kambiwás – Em exibição na TV Cultura e TV Universitária de Pernambuco. 2017), Teimosia da Imaginação (Episódio: Véio – Sertão Esculpido na Memória - TAL e TV Cultura. 2012), Cultura do Açúcar (TV Escola. 2010) e Nordeste Feito à Mão (TV Cultura. 2002). Atualmente, desenvolve o roteiro de seu primeiro longa metragem de ficção, Martina o Skylab.

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Migrações de Fayga, Fayga Ostrower, Chá Cinematográfico
Migrações de Fayga

Documentário  / aprox. 80 min.

Direção Katia Adler

Produção Chá Cinematográfico

Produção executiva Chica Mendonça
Roteiro Juliana Guanais e George Walker

Montagem Juliana Guanais

Através de uma série de entrevistas concedidas em  Paris por Fayga Ostrower em 2000, o filme pretende tratar de forma lúdica e cativante suas migrações: a infância, a arte e estilo. Com seus próprios relatos Fayga nos conta sua experiência como educadora, sua forma de ver e sentir a arte, seus conceitos e críticas. Em 2020, Fayga celebraria 100 anos de vida, a data é um convite para ce a riquíssima trajetória, do ponto de vista artístico e humano, dessa mulher e artista extraordinária e singular que foi Fayga.

     

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Katia Adler direção

Graduada em cinema na Universidade Paris VIII, na França, Kátia Adler é diretora e produtora. Dirigiu vários curtas-metragens e documentários, a exemplo de Sem cor, drama sobre crianças de rua (1991) - Seleção Oficial do Festival de Clermont-Ferrand 1992 e Grande Prêmio do Festival de Villeurbanne em 1991, Carnaval em Paris, documentário sobre Joãozinho Trinta (1999), Soucot, a festa das cabanas (1996), documentário sobre cabanas de férias em Israel, Por trás das imagens documentário sobre o laboratório LTC (1993), A Arte de ser um científico documentário sobre H. Moussatché (1989). Como produtora lançou em 2010 o longa documentário Só Dez Por Cento é Mentira, de Pedro Cezar, sobre o poeta Manoel de Barros. Realiza o Festival Brasileiro de Paris, do qual é também curadora. É diretora da Associação Jangada em Paris, organização fundada em 1998 com o objetivo de desenvolver atividades em prol da difusão da cultura brasileira na França, em especial do audiovisual. À frente da Jangada, colaborou para a comercialização de mais de 30 filmes de longa-metragem brasileiros, ficção e documentário, para a França e outros territórios francófonos. Desde 2007 realiza os Festivais de Cinema Brasileiro de Toronto e Montreal.

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Juliana Guanais roteiro e montagem

Formada em Comunicação Social pela UCSAL (PUC -Salvador), teve seu primeiro contato com a montagem de filmes em 1999 durante um curso de cinema em Nova York (Films Certificates - New York University). Viveu 15 anos em Paris, estudou cinema na Universidade Denis-Diderot, Paris VII (Arts du spectacle – teoria do cinema). Montou inúmeros documentários e emissões culturais para canais franceses como ARTE e FRANCE. Estudou roteiro de filmes, iniciação à escrita dramática, no CEFPF (Centre Européen de Formation à la Production de Films), em Paris.

Participou da montagem de documentários premiados nos maiores festivais do mundo, tais como BABENCO, Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer Parou, de Bárbara Paz, melhor documentário Venice Classics - Festival de Veneza 2019 e O Sal da Terra, de Juliano Salgado e Wim Wenders, prêmio especial da seção Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2014. Outros trabalhos no Brasil incluem o documentário La Manuela, de Clara Linhart, selecionado no Festival de Cinema Brasileiro de Paris e no EDOC, Equador, A Loucura Entre Nós, de Fernanda Fontes Vareille; as docu-séries Instantes Cruzados de Sérgio Bloch (8x26min), canal E! e O Som e o Silêncio de José Joffily e Pedro Rossi (12x26min), para ARTE1.

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George Walker Torres roteiro

Venezuelano, formado em direção pela Femis, a mais renomada escola de cinema na França e pós-graduado em roteiro pelo American Film Institute, em Los Angeles. Seus longas documentais foram premiados em festivais importantes como Havana, Biarritz, Amiens, Hong Kong e Cartagena. Radicado no Brasil, trabalhou como roteirista na série Os Irmãos Freitas, de Sérgio Machado e Walter Salles, para a produtora Gullane e canal Turner. Também trabalhou como co-roteirista do longa metragem Marighella de Wagner Moura, para O2 Filmes, no longa-metragem O Adeus do Comandante de Sérgio Machado. Está escrevendo, junto com Sergio Machado, o roteiro do longa-metragem Neon River de Karim Aïnouz. 

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Cartas da Terra do Futuro

Série documental com 8 episódios de aprox. 26 min. cada

Direção Geral Cristian Cancino

Direção dos episódios Renata Martins, Cristian Cancino, Lírio Ferreira e Marcelo Gomes.

Roteiro Renata Martins

Produção Chica Mendonça

Cartas da Terra do Futuro é uma série sobre imigração e refúgio no Brasil do ponto de vista dos migrantes. Abordando um dos principais temas da atualidade, concentra-se, nesta primeira temporada, nas histórias e impressões sobre a “terra do futuro” de personagens haitianos, bolivianos, sírios, venezuelanos e congoleses. Acompanhando seus cotidianos, lugares na cidade ou nas fronteiras, a série encontra indivíduos de cada comunidade que relatam em “depoimentos-carta” suas impressões sobre o país e a cidade, como se descrevessem aos seus parentes distantes como é a nova terra, quais impressões de país propagam, como vêem os brasileiros, qual o sentimento de pertencimento que experimentam. Através das “cartas” - mensagens de áudio, texto, emails, conversas através de redes sociais - que enviam a seus entes queridos, relatando o que vivem e como se sentem no país, a narrativa se revela como uma reflexão sobre o Brasil atual, o choque e a assimilação cultural e as novas formas de comunicação, revelando nuances de um processo histórico que se acentua cada vez mais.

   

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Cristian Cancino direção

É formado em jornalismo pela PUC-SP, estudou realização de documentários na Universidade de Viena (Áustria). Em 1999 foi contemplado pelo prêmio Rumos Cinema e Vídeo do Itaú Cultural para realizar seu primeiro filme, o média-metragem A Soltura do Louco, retratando o Complexo Hospitalar do Juquery, em Franco da Rocha. Realizou o documentário Argentina Encurralada (2002), vencedor do prêmio de Melhor Documentário no Gramado Cine Vídeo. Em parceria com o cineasta Pedro Dantas realizou seis filmes, como a série Onde Está América Latina  (2004), ganhadora de diversos festivais de cinema no Brasil e exibida em vários países latino-americanos. Ministrou oficinas de cinema, performance e videoarte em unidades do SESC-SP e nas Oficinas Culturais da Secretaria de Estado da Cultura. Em 2011 lançou seu primeiro longa-metragem, o documentário Sertão Progresso, sobre o polêmico projeto de transposição de águas do rio São Francisco. O longa estreou na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes em competição.

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Lírio Ferreira direção

Lírio Ferreira nasceu em Recife, PE em 1965. Iniciou sua carreira em cinema como assistente de direção de Paulo Caldas e de Cláudio Assis. Em1996, Lírio Ferreira e Paulo Caldas dirigiram Baile Perfumado, que recebeu o prêmio de melhor filme no Festival de Brasília, e é considerado pelo IBEU e pelo CINESESC como o melhor filme brasileiro daquele ano. Fez sua estréia internacional no Festival de Cinema de Toronto e tornou-se um dos filmes mais marcantes da retomada do cinema brasileiro. Em 2005, Lírio Ferreira dirige Árido Movie, selecionado para o Festival de Veneza. Junto com Hilton Lacerda lança em 2007 Cartola, o documentário mais visto no Brasil naquele ano. Dirige em 2008 O Homem que engarrafava Nuvens, documentário musical com estréia internacional no IDFA. O filme foi premiado nos festivais de Los Angeles, Roma, Montevideo e foi escolhido como o melhor documentário de 2010 pela Academia Brasileira de Cinema. Seu último filme, Sangue Azul, inteiramente rodado na ilha de Fernando de Noronha, ganhou o Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio 2014 e foi selecionado em 2015 para abrir a Mostra Panorama do Festival de Berlim.

Renata Martins direção e roteiro

Formada pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduada em linguagens da Arte pela USP. Em 2010 dirigiu e roteirizou o curta-metragem Aquém das Nuvens, exibido em mais de dez países e premiado no Festival Unasur, Argentina, em 2014. Venceu o concurso da TAL – Televisão da América Latina. Renata é uma das roteiristas da premiada série Pedro & Bianca, com prêmios importantes como o Emmy Internacional Kids Awards 2013 na categoria melhor série infanto-juvenil e o Prix Jeunesse Iberoamericano 2013 e Internacional, em 2014. Coordenou o desenvolvimento da série televisiva ficcional Rua Nove e compôs a equipe de criação no desenvolvimento da série Lulina e a Lua, criada pelo estúdio Teremin e coordenada por Gabriella Mancini, da Conspiração Filmes. O projeto foi selecionado para o festival Annecy 2015. É criadora da websérie documental Empoderadas, voltada à valorização das mulheres negras. Atualmente compõe a equipe de roteiristas de Malhação - Viva a Diferença (Globo) e dirige a série Empoderadas – Mulheres negras no audiovisual, contemplada pelo PROAC 2016.

Marcelo Gomes direção

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Deus é Mulher
co-produção

Documentário / aprox. 80 min.

Direção Bárbara Cunha e Paulo Caldas 

Produção Chá Cinematográfico, 99 Produções e Lira Filmes

Produtoras Bárbara Cunha, Chica Mendonça e Juliana Lira

 

• Selecionado para o Campus Latino 2019/2020, uma iniciativa do Documentary Campus e do Goethe-Institut Mexiko com apoio do Programa Ibermidia.

O filme conta a trajetória de Alexya Salvador, a primeira pastora transgênero da América Latina a se tornar uma Reverenda, em São Paulo Sobrevivendo a constantes ameaças de morte, que criam tensão em sua rotina e abala as estruturas de sua família: Roberto, seu marido e os três filhos do casal, incluindo duas meninas trans, vivem uma rotina entre a fé e a coragem para existir em um mundo que não os acolhe.

   

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Paulo Caldas direção geral

Paulo Caldas é diretor, roteirista e produtor. Estreou na direção de longas- metragens em 1997 quando codirigiu Baile perfumado (1996), com Lírio Ferreira. Em 2000, foi o único representante brasileiro no Festival de Cinema de Veneza, com o documentário O Rap do Pequeno Príncipe contra as Almas Sebosas, que codirigiu com Marcelo Luna. Seu terceiro longa, Deserto feliz (2007) estreou na Berlinale. Dirigiu País do Desejo (2013), o documentário Saudade (2018), Abismo Tropical e co-dirige seu sétimo longa documental, Flores do Cárcere, com Bárbara Cunha, adaptação do livro homônimo de Flavia Ribeiro de Castro. Ainda em 2019 filma O Circo Voltou seu oitavo longa metragem, previsto para 2020.

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Bárbara Cunha  direção e roteiro

Bárbara Cunha trabalha com narrativas visuais. Em 2007 fundou a 99 Produções onde atua com roteiro, direção e produção executiva. Advoga pela equidade de gênero e administra o grupo Mulheres do Audiovisual Brasil com 20 mil membras. Dirigiu o curta Não Me Calam (2018), três séries documentais Saudade (2017), Borboletas e Sereias (2019) e Comida é Arte (2019) e o longa documental Flores do Cárcere (2019). Desenvolve sua primeira ficção, Menina Noiva (2019/2020), selecionado para o Torino Film Lab (Itália) e para oLabGion (Colômbia). Seu próximo documentário Deus é Mulher? (2019/2020) foi selecionado pelo CAMPUS LATINO 2019-2020 do Programa Ibermedia.

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Em finalização

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Eletronica:mentes produção associada

Documentário / longa metragem

Direção Dácio Pinheiro

Produção Gore Filmes e Chá Cinematográfico

Produção executiva Chica Mendonça, Dácio Pinheiro e Tom Ehrhardt

Direção  e produção Dácio Pinheiro

Co-direção e direção de fotografia Denis Giacobelis

Direção musical e pesquisa Paulo Beto (Anvil FX)

Roteiro Dácio Pinheiro e Tom Ehrhardt

 

• Projeto contemplado no Edital de Doctoring da SPcine em 2016.

 • Contemplado no Edital de Finalização de Longas - Proac 28/2019.

Primeiro longa-metragem que aborda fatos inéditos da história da música eletrônica no Brasil, desde suas origens até os dias de hoje. Artistas de diferentes gerações refletem sobre os caminhos e conflitos, através dos avanços da tecnologia e da relação do homem e a máquina. O filme acompanha as reflexões e o processo criativo de músicos que fazem uso de equipamentos eletrônicos em suas criações. Artistas pioneiros que dialogam com a nova geração sobre como os avanços tecnológicos ampliaram os horizontes, criando diferentes formas de se pensar e executar música eletrônica experimental no país.

  

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Dácio Pinheiro direção

Dácio Pinheiro é roteirista, diretor e montador. Dirigiu o premiado documentário Meu Amigo Claudia. Produziu, roteirizou e dirigiu os curtas de ficção, como Equê de Vuitton, Memória Morta e Ne Pleure Pas Jeannete; os curtas documentários Pencas de Bicuda e Se Pá; e os curtas experimentais como Furs For Adonis e SophiaComo montador, trabalhou no longa de ficção Gata Velha Ainda Mia, de Rafael Primot, e no documentário Tikimentary - In Search of the lost Paradise, de Duda Leite. Também foi coprodutor do documentário O Tesouro Esquecido,  de Tom Ehrhardt, uma coprodução entre o Brasil e Alemanha, em fase de finalização.

Gore Produtora produtora associada

Empresa produtora de documentários, filmes de ficção e projetos para TV, criada em 2006 por Dácio Pinheiro, diretor do premiado documentário Meu Amigo Claudia (2009). Produziu diversos curtas mertragens e videoclipes nos últimos 15 anos. Em 2019 coproduziu o documentário alemão O Tesouro Esquecido, dirigido por Tom Ehrhardt; está em fase de finalização do documentário Eletronica:Mentes e em fase de pré-produção do documentário Lenita, selecionado para o Mercado de Coprodutores do Doc Poland 2019.

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